quarta-feira, 26 de maio de 2010

Parece um movimento estranho. Parece uma dança estranha , mas nada é além do que vemos, ou tudo pode ser o que não vemos. Não lhe digo que dalí do alto não vejo o que já aconteceu entre nós. De lá de cima, tinhamos uma visão de tudo, em plena duas da madrugada. Na madrugada você me fez juras de palavras que com aquele frio que rodiava tudo que estava a nossa volta, se deixaram levar com uma dolorosa dose de cerveja. Ainda bem, meu bem, que eu não te dei todo esse amor que em mim existe. Ainda bem que não fiz de você minha sala, minha mesa, minha cama de deitar. Ainda bem que não te entreguei as chaves, nem a maldade que anima meu corpo estranho, sem o seu!