Dormir
Tocar
Mar
Raianne
Larissa
Rafaela
Elias
Ana Paula
Lucas
. . .
isso é FÉRIAS.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Se há mais flores que amores, há também sempre um desejo de querer mais. Se na vida, as coisas se tornam mais distantes e o dia de amanha parece que só vai chegar se você viver o hoje, respire e entenda que viver e ser feliz, não depende de mais ninguem, como antes. Se alguém tem que respirar e cantar, se alguém tem que seguir sem suspirar, se alguém tem que cair e levantar, que seja você. É melhor saber que o coração é bobo e não enxerga as coisas más do mundo. Entende que o seu amor pode virar aquele amor, e que as pessoas passam, mas as amizades ficam. Entende que é melhor sorrir do que chorar, mesmo quando sem poder falar mais nenhuma palavra e sua garganta travar, sorria mesmo e mais. Entende que entender as pessoas é tarefa dificil e que sair de casa para arrumar a cama é necessário. Sabe que cada um vive seu mundo e que o deles, pode muito bem virar o seu. Lembra que teu corpo tem valor, não se deixe levar pelos encantos momentanios desse planeta. Respeite seu limite e não deixe que tudo que conquistou se destrua em segundos. Beba mais suco, mas se precisar tomar refrigerante, tome! Nem tudo na vida tem que ser igual e as pessoas tem vontades diferente, isso a gente só aprende convivendo. Pense duas vezes antes de dizer não, as oportunidades só aparecem uma vez. Segunda oportunidade foi coisa criada pelo homem. Liberdade? Compre um fusca e me liga. Férias? Boto um biquine e vou pro balanço do mar, aprender a viver e entender as coisas fúteis desse mundo. Botar meu pé no chão e ver o Atlântico Sul. Feche os olhos, quem pode é você e eu também. Aprende que eu passo e que você passa também, mas tenha certeza, uma parte sua fica comigo, eu a conquistei.
sábado, 28 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
O todo de tudo.
Eu me pego rindo dos meu encantos e amores. Eu me perco pensando na hora que nunca passa. Eu procuro músicas para escutar no som da sala, esperando o chá das 5 horas sem te ver. Limpo o vidro da íris, corro e levanto a mão só pra ver se você me vê da sua janela, alta e suja. Se eu podesse sentaria agora na beira do mar, escutaria a brisa e sentiria o som. Encostaria meu corpo na sua prancha um tanto quanto pequena demais para a gente. Falo isso, sem rancor, sem amor, sem pensar que um dia aquela bilhete seu, pode de novo chegar a me assustar e me deixar noites pensando e madrugadas tocando meu violão, canções de Armandinho, caro Armandinho. Mas você vai se dar bem e eu também. Comigo as notas menores ficam cada dia maiores, mesmo que ninguem perceba a minha diferença, ela existe. E você, não existe.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
(L)ama.
Qual a cor?
Qual a anti-cor do amor
Das noites
Da sua boca, meu amor
Deixa o tempo
Levar você do banco da sala
Não há mal
Nem bem
Não vou vestir branco
Nem vermelho
Vou derramar o sangue
Cor sua, amor meu.
Qual a anti-cor do amor
Das noites
Da sua boca, meu amor
Deixa o tempo
Levar você do banco da sala
Não há mal
Nem bem
Não vou vestir branco
Nem vermelho
Vou derramar o sangue
Cor sua, amor meu.

Na abordagem do dia, eu vou evoluindo, vou esquecendo do que eu queria me aproximar e acabo deixando as coisas irem mais além. Percebo que a vida varia de um pulo para um salto. E que você pode parar no tempo, mas o tempo por vc meu amigo, não para! Vou colhendo agora, as sementes que deixei no chão para colorir tudo de azul, que transborda nesse mar de bem. E querendo não te perder, deixo agora de ser tão seu e vou dormir na varanda, deixo o cobertor dobrado e o ventilador ligado. A culpa está bem diante do que perdemos, e se você me falar que vai sair à toa por aí, eu só não estarei. Tem umas camisas suas lá no varal, vou buscar, vou guardar, vou proteger, vou chorar. Vou descolorir as tinturas e pinturas. Vou esquecer a melancolia e vou partir para o mundo e ser feliz agora, não depois.
domingo, 8 de novembro de 2009
O problema não é esquecer você
Nem muito menos deixar teus abraços fartos
De lágrimas de um banheiro apertado
O que tenho de lembrança é raiva
O que menos procuro é relembrar
Porque te amar sozinha eu não vou
E sempre que poder esquecer, esqueça
Respirar é poder sentar no mar e fazer com que qualquer coisa me ajude a superar
E que qualquer coisa me ajude a me ajudar
O que eu queria, era deixa você falar
E sem poder mais expor, fazer você pedir desculpas
Por um dia que nada resolveu.
Só me ajudou a ver seus muitos defeitos
E seu olhar fútil, de como ver o mundo.
Nem muito menos deixar teus abraços fartos
De lágrimas de um banheiro apertado
O que tenho de lembrança é raiva
O que menos procuro é relembrar
Porque te amar sozinha eu não vou
E sempre que poder esquecer, esqueça
Respirar é poder sentar no mar e fazer com que qualquer coisa me ajude a superar
E que qualquer coisa me ajude a me ajudar
O que eu queria, era deixa você falar
E sem poder mais expor, fazer você pedir desculpas
Por um dia que nada resolveu.
Só me ajudou a ver seus muitos defeitos
E seu olhar fútil, de como ver o mundo.
Demência.
Sinistro, você parece levar contigo um mantro de santos, que te levam a crença de uma fé somente sua. Mesmo que faltem as palavras e que a cor da minha unha escura fosse mais clara por você, as coisas não seriam mais tão simples. A minha falta de proteção e fé na gente, te faz recuar quando o que deveria fazer era então, proseguir. A minha simplicidade jamais iria te completar, as minhas palavras nao são suas e essa ausência de felicidade que paira nos nossos lares, faz com que você entenda a minha demência. Mas, foi bom!
Mesmo quando as coisas andam meu café com leite, e a aula de sábado é muito cedo pra amanhã. Precisa-se saber mais, acreditar mais, saber mais. É importante não sentar na cadeira da sala e ascender o que em ti, é vício! É melhor esconder a capacidade de me falar meias palavras e passar a me dizer verdades. Porque se for pra bater a porta de casa, eu te boto pra fora dela, com todas as minhas certezas que em você sempre desaparecem.terça-feira, 3 de novembro de 2009
Cor
É importante não ter hora
É importante não ter porta para entrar
É rápido demais, como se escrever fosse te abraçar
E o mais calmo que a onda quebrar
Faz de mim agora sol.
Faz de você um porta - sol dos meus cabelos
E é negro escuro a cor dos olhos teus
Alaranjado é a promoção da esquina
Que vende solidão a preço de nada
E no nada é agora para onde olho
Agora
Nada
Agora nada não!
Amanda
É importante não ter porta para entrar
É rápido demais, como se escrever fosse te abraçar
E o mais calmo que a onda quebrar
Faz de mim agora sol.
Faz de você um porta - sol dos meus cabelos
E é negro escuro a cor dos olhos teus
Alaranjado é a promoção da esquina
Que vende solidão a preço de nada
E no nada é agora para onde olho
Agora
Nada
Agora nada não!
Amanda
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Eu quase
Eu quase nem penso
Eu quase nem saiu
Eu quase nem acordo todo dia
Eu nem levanto
Eu parei de escrever
E tudo porque a sensibilidade das cores
E a falta de amores
Me faz lembrar você.
Amanda Falcão
Eu quase nem saiu
Eu quase nem acordo todo dia
Eu nem levanto
Eu parei de escrever
E tudo porque a sensibilidade das cores
E a falta de amores
Me faz lembrar você.
Amanda Falcão
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