terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cor

É importante não ter hora
É importante não ter porta para entrar
É rápido demais, como se escrever fosse te abraçar

E o mais calmo que a onda quebrar
Faz de mim agora sol.
Faz de você um porta - sol dos meus cabelos

E é negro escuro a cor dos olhos teus
Alaranjado é a promoção da esquina
Que vende solidão a preço de nada

E no nada é agora para onde olho
Agora
Nada
Agora nada não!

Amanda

2 comentários:

Rafael Almeida Teixeira disse...

ou Incolor?

Cor disse...

mas menino, que poema bonito, adoro poemas, textos, tudo que tem o nome cor no meio.