quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O melhor esconderijo, a maior escuridão
Já não servem de abrigo
Já não dão proteção !



ps.: eu tô de volta ;D

quarta-feira, 22 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Quero uma vida boêmia, não desregrada
Quero minha liberdade, não hipocrisia
Quero as madrugadas adentro, não limite de horário
Quero as risadas mais gostosas, não a tristeza no olhar
Quero beber contente, não a ilusão de cometer pecado algum
Quero não ter horário, não vadiar
Quero amar várias vezes e não esquecer que posso nascer toda manhã
Quero fotografar as pessoas, não deixa-las apenas passar
Quero alegria no dia seguinte, não incerteza e dor
Quero sair sem dono, desligar meu celular, esquecer das minhas tristezas
Quero apenas olhar e olhar cada vez mais
Quero o mar, quero as ondas e a brisa da noite
Quero o barzinho da esquina, quero a calçada pra fazer samba
Quero dormir tarde e acorda mais tarde ainda
Quero ser a certeza de que só vou viver na felicidade da noite

Pretendo não perder um pôr do sol
Aplaudir a natureza quando de mais bela ela se expõe
Quero conhecer pessoas novas e com elas acreditar que amizade existe
Quero voltar pra casa nessas noites em que só os cachorros andam pelas esquinas
Pretendo soletrar palavras difíceis e recitar poemas de poetas inteligentes
Pretendo ser a primeira a chegar e a última a sair do barzinho
Não quero luxo nem riqueza, quero sorrisos e nada de tristeza
Quem me acompanhar tem que ser bom de palavras
Tem que amar toda noite uma coisa diferente
Pra que no final dessa vida, possamos ter amado a tudo e a todos sem diferenças

E chorar, só de for de alegria
E lamentar, só se for por amor
Eu fui feita pra isso da cabeça aos pés
Nasci pra não cultivar preconceito e rir da dor
Meu final de semana começa quinta e até domingo de noite minha casa é a rua
Meu quarto é minha mesa de bar
Minha cama é minha cadeira
Meus sonhos são meus poemas que escrevo, minhas cartas que mando e que não tem dono ou dona
Nasci pra chorar, mas só de amor
Nasci pra ser livre
Aliás... “Liberdade é pouco, o que eu quero ainda não tem nome”

Hoje o que tenho no máximo são as chaves de casa
Algum trocado na carteira e muita vontade no coração
Hoje o que eu tenho são planos que não me saem da mente
Ideais e frustrações
Não minto, omito
Não falo, escuto
Não trabalho, dependo

E eu tô puta sem saco pra terminar agora !

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Começa.
Começou. Sorrisos e olhares. Coisas que você e eu nunca sentimos antes.
Lugares. Andares que nunca são os mesmos, nunca acabam.
Intensos. Intensidades que assim como uma música na sua noite, não descreveria o que eu queria ver, sentir, ouvir, pegar, provar, tocar.
Mais que a noite, eu realmente não queria que a manhã acontecesse. Assim como se o sol não devesse mais raiar, a noite, a roupa, a risada e tudo o mais, deveria ser eterno.
Lembre-se, eu não tomo café de manhã. Cale-se, não gosto de silêncio na cama.
Ouse. Ouse não querer, ouse suportar a lembrança de apenas sentir vontade e nada mais.
Julgue. Mas julgue sem pensar, fale sem nada perder. Sinta como se não sentisse mais a pele.
Americanos são sempre os mesmos, mas não sou eu quem serei a mesma sempre.
Coisas simples agora não podem ser ditas. "Xi", calem-se as bocas, prendam as línguas, aumentem as respirações. Respirem agora não profundamente.
Termina.
Terminou agora. Assim como começou.
Mas então, o que será que aconteceu?
Tudo isso dura exatamente apenas um momento. Aquele em que atrevessamos a rua, nossos olhos olham só para aquilo que podemos ver. E então encontramos o que sempre queríamos e como em um momento único isso se perde no clarão, na imensidão.
É a primeira vez que apagou o que escrevo. Pensamentos são assim.
Fim.
Eu estava aqui no meu mundo colorido, pensando sobre a greve, a falta de aula, a fata do que fazer.. Foi quando me apareceu ou desapareceu alguma coisa. Não se trata mais de perder ou ganhar algo, não de trata de ter o dom de ficar sem nada pra fazer, porque só assim eu posso ainda respirar o ar da vontade firme de ficar aqui, só escrevendo no meu querido e amado, tempo livre. Posso inverter e parar. Posso querer descansar agora, e isso só porque amanhã eu acordo muito cedo! Sabe do que eu preciso?! Não, errado, negativo! Ninguém sabe do que eu preciso. Sou inconstante e se alguém ousar dizer que me ama eu minto e desminto a palavra mais suja que saiu da sua boca. Ficar no meu jogo de sentimentos não é uma dica muito aconselhável que eu posso oferecer agora, sobre mim!
Sinto que ainda some algo ou alguém .. Café com leite. Não posso mais esperar que alguém sinta por mim, que alguém espere por mim uma coisa que não vem, que nao existe! Não espere pelos outros, não espere NADA dos outros. Sorria simplismente pelo fato de lhe fazer mover os músculos da face. E talvez quem mais fale isso, é quem mais precise ouvir...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Eu ontem acordei no meio da noite. Escura, fria. Eu ontem tive que sonhar de novo, tive que esquecer de tudo, de novo. Eu ontem quis pôr muitas exclamações na nossa história e coloquei pontos também. Vários pontos que mais que finais, eles eram eternos. Esqueci a cor da sua tênua lembrança, esqueci do sabor de ter você e do tempo que gastei com palavras vagas, soltas no espaço. Ontem eu reclamei que a cama tava vazia demais, ontem eu achei que a noite estava amedrontando meu sono leve. Hoje acordei mais segura, mais atenta. Lembrei do abraço apertado que de saudade quase morro. Mas já aprendi que saudade não se mede, não se pode descrever, então minhas palavras são tolas. Anulei todas as possibilidades de lembrar do passado e cheguei a conclusão que quem se casa com as palavras possui a maior e a menor liberdade do mundo. Então, nasci com uma aliança invisivel a olho nú. Ela creceu comigo e hoje ela mais do que aperta, ela se entrelaça com meu ser me lembrando todo dia que as palavras se encaixam muito bem com o meu íntimo mais neutro, mais escuro. Hoje eu sou a vida em histórias, sou palavras sem fim e início. Sou a multidão de pessoas falando sempre a mesma coisa, sou o mais puro saco lotado de "muito bem". Eu detesto tudo isso, fato!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Amanda Falcão, prazer!


"Amanda,
Vencido em meu castigo,
Eu trago a paz comigo
De volta pra ficar.

Amanda,
Recolhe meus pedaços,
Me acolhe nos teus braços,
Tome espaço dessa dor
E o teu lugar.

Amanda,
Perdi pela viagem
As forças e a coragem,
A imagem do que eu sou...

E o que eu sou,
O que escondeu a única verdade,
O que perdeu a última metade,
Amanda, o que partiu e desertou.

Te amando, te amando,
Vou esquecer a inútil liberdade,
Que eu sonhei ver nas luzes da cidade,
Amanda, vou te enfeitar de tanto amor!"
(Taiguara)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não gosto de falar de amor. Sempre pulo essa parte, essa estrada, essa curva ou declíneo que me leva até você. É um pouco apaixonada essa frase não é? Pois é, é justamente por isso que não gosto de falar de amor, porque sempre mostro um rosto que não é meu. Prefiro sentir, sabe como é? Aquela história de que os melhores beijos foram de uma pessoa só, é mentira. Apesar de querer sentir isso da boca de alguém um dia. Apesar de querer falar isso pra alguém um dia. Mas será que já não deveria ter falado? Enfim.. minhas palavras para definir amor, são muito breves... E vou falar aqui, pra nao precisar repetir tudo de novo.
Amar é ... Sentir sempre um gosto de desejo, é ter infinitas formas de se divertir, é ter olhos de menino, é sair sem regra, sem se importar com nada. Amar pra mim é ter liberdade, é me surpreender. É me divertir de várias formas...
Não. Isso realmente existe. É deitar e sorrir com os meus pensamentos mais intensos.. É guardar o sabor de uma pessoa por essa ser sincera e não ter dúvida de quem é ela. É por isso que eu prefiro sair de noite do que falar de amor. É por isso que eu gosto de desencontros, é por isso que não sei quando é um jogo intenso. E é por isso que odeio, odeio falar de amor. Já amar...
beijei seu rosto e você some. desde aquela manhã, me senti jogada fora, me senti esquecida. Você não me dá um sentimento e ri sozinho disso. Então tá, aceito. Eu não tenho a eternidade, nem você. E agora? Agora sao só palavras, como sempre.

domingo, 1 de maio de 2011

Se quiseres saber mesmo, adoro mar. Amo sol e acho que mar, sol e eu fazemos um belo trio! Acordo tarde e sempre acho que ontem foi longe demais, portanto sempre quero viver hoje, o hoje. Ando de pantupas em casa e me engano sempre que posso. Sempre como mais do que quero, sempre choro em despedidas e adoro rever músicas velhas. Leite de manhã só tomo quando não tem suco, e cerejas sempre caem bem. Me arrumo para dormir e faço minha unha pelo menos 1 vez na semana. Malho ouvindo Ivete Sangalo e tudo que a bahia tem a me oferecer. Tenho uma leve mania e de querer bem demais as pessoas, mas só depois que eu tenho a certeza exata do que elas significam para mim, sem isso, prefiro não arriscar. Adoro conhecer pessoas novas e adoro conversar com todos. Só não gasto saliva com o que não me condiz. Nos dias de chuva não molho meu cabelo, e quando vou dormir deixo o celular pertinho de mim. Porém quando não quero falar com alguma pessoa, meu celular passa dias desligado. Sempre que posso como açaí, adoro açaí! Levo minha vida muito simples, carrego poucas coisas comigo e tudo isso porque tenho muitas pessoas para carregar, aí elas tomam o lugar das coisas. Vira e mexe tô vendo fotos, tô sentindo saudade. Tenho uma agenda particular, cuja o valor é impossível de descrever. Ela sabe mais da minha vida do que eu mesma. E vive dentro da última bolsa que eu saí de casa. Já deixei muitas pessoas pelo caminho, já encontrei muitas outras desde então. Já amei tanto, que de noite eu suspirava, já deixei de amar num piscar de olhos. Já tive raiva de matar um, já matei vários sentimentos prematuros. Meu quarto tem que ter meu cheiro e minhas roupas tem que ser lavadas do meu jeito. Meus livros tem meu nome e meus objetos minha cara. Meus amores estão pelo mundo. Se enfim eu podesse, viveria agora em uma casa simples, em frente ao mar, sorrindo pro sol de manhã cedo, bebendo meu café à noite e fazendo minhas poesias sem dono, sem dona. Dormiria ouvindo o grito das ondas, sentiria a leve presença do vento e da brisa. Compraria o pão na vendinha do lado, arrumaria meu quintal de flores e logo depois ia saudar o mar, molhando os pés na água salgada e aréia gelada. De tarde eu ia me enfeitar pra sair, pra andar junto com meu coração em alto mar. E quando a lua fosse me clamar, eu de longe, olharia seu reflexo no mar. Esqueceria celular, esqueceria raiva, esqueceria cidade... Partiria para onde a tristeza não podesse me ver. Levaria poucas coisas, poucas lembranças, poucas saudades e muita cachaça. Ia me embreagar nos finais de semana, ia chorar sempre que não conseguisse dormir logo depois. E na segunda feira, quando o espelho do meu banheiro fosse pequeno demais para o tamanho da minha cara de ressaca, levantaria e deixaria tudo como estava. Dois copos na pia, suas roupas espalhadas na casa e seu cheiro na minha cama. A garrafa de cachaça, a desgraça de amor, as lágrimas com destino certo de segunda feira. E sem mais me arrepender e ter medo de nada, olharia pro céu e teria certeza que ainda era cedo pra acordar, afinal só acordo tarde.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Que essa linda flor possa assim girar por aí, ser eu, ser flor, ser pétala. Uma irmã flor, uma flor bela que mal posso seguir. Deixar seu rastro é querer acompanhar quem ainda não tem destino. Primeiro se faz beleza, dentro da tristeza que é esse paraíso. Na beira do rio, nasce a certeza de que viver ultrapassa os limites de ter história pra contar, pra falar, pra desabrochar. Uma história de amor que no outro dia não havia mais pra os dois. Não havia mais dois. No meio da cama nada havia. Dois corpor no chão, havia solidão. Ela promete que vai ter outro dia, ele prefere acreditar só nos olhos dela, que lhe diziam outra coisa. Ela prometia dor, ele queria amor. Ela de tão flor que se fez, abraçou seu corpo que no chão, ou no tapete não se separavam. Tudo era muito normal e comum. As portas permaneciam fechadas, as cortinas trancadas sem que o sol podesse se mostrar. Mas era noite, era quase dia. A poesia que nenhum dos dois sabia fazer, se deixou levar pelas poucas palavras que dentro um segundo, ou quase um minuto, sei la como saber medir o silêncio de duas pessoas que só falam com os olhares. E em alguma parte do tempo perder, era questão de deixar-se levar. E ganhar, era muito mais uma propriedade do que uma certeza de possuir um ao outro. Mas alí, naquele quarto, a verdade era que ninguém se possuia. Perdemos um ao outro entre os dedos, entre a palma da mão, assim como ganhamos. E quando fecha-las parece a solução, o amor torna-se gasoso e evapora entre duas partes que permanecem fechadas. Porque amar não é o suficiente então? Porque deixar de amar porém, nao é normal? Perder um ao outro, significa achar algum atalho no caminho. Ela preferi muita coisa, ele preferi abrir a janela e pedi mais dela pra ele.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Se for pra chorar, se for pra sorrir, se for pra desabafar, se for pra duvidar, se não for pra nada... Não deixe-me assim, a beira de nao acreditar em nada. A beira da morte de sentimento. Não deixe ele morrer, nao demore assim não! Sentimento é planta que nasce no jardim e que tem que ser bem cuidada. Cuide do seu jardim, cuide de bem de mim! Não me deixe olhar pra o mundo lá fora de novo, não me deixe apagar nossa história do meu coração. Não, não me deixe não. Agora quem implora sou eu, quem senti mais saudade sou eu, quem não consegue mais dormir sem pensar em você, sou eu... E é mais ou menos assim.. Me dá um sinal, porque quem não vai mais esperar depois é meu coração.

domingo, 10 de abril de 2011

Não, não é tão bom assim ser o pivor. Não, não é tão ruim assim esquecer dos problemas e se afundar nos seus olhos. Não, não tenho culpa de nada da noite passada e meu caro, ser feito de idiota nem é tão ruim assim. No movimento de todos os corpos, nas risadas meio abertas, meio fechadas... Nas renúncias que nos fizemos em alguns instantes e a verdade é que aquela atmosfera não se livrou ainda de mim. E por falar em olhos.. porque tantos olhares, pra que me seduzir tanto assim, sabendo que depois dos nossos lábios se tocarem eu vou pro meu lado e você nada de me sguir. Pra que todo esse jogo de quem ainda não sabe o que quer, quem quer?! Engraçado é ter que aceitar as coisas que você não soube me dizer, engraçado é observar o quanto seu comportamente distante é irônico. E sim, eu não irei fazer outra coisa, não poderei fazer outra coisa, não vou me negociar nem te adotar em mim. Vem cá, que a estrada aqui é mais segura, que aqui a gente sempre segura as pontas nas renúncias que eu faço de você. Vem cá, que aqui a saudade tem gosto de quero mais e a simplicidade do meu coração não é em vão. Tolo de quem vive na solidão e de quem povoa meus sonhos. Quem pode tingir de tanto amor assim o coração que quer viver sozinho? Mais do que rainha, a princesa se encanta com a poesia, o som, a brisa.. Andar sozinho.. Plantar o que se aprendeu.. A noite poder sonhar... Na madrugada se banhar no sol que há dentro de você. E depois poder vir pra cá, descansar numa rede cor de rosa chá. E nesse seu acabamento mais do que mento, eu não vou ficar esperando, vou me acabar numa dessas noites, vou afimar e reafirmar que não te amo e depois que eu sorri, vou mover milhões de sentimentos que aqui em mim ainda existem. Mas vai, de qualquer forma você volta mesmo, aí talvez eu tenha mudado as chaves de casa ou quem sabe elas ainda vão estar em baixo do tapete. E se for vaidade, quem a tem sou eu!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Aqui estou eu com minhas lembranças. Aqui estou eu e meu coração no lugar dele, batendo forte de saudade. Aqui estou eu e o celular de lado, esperando qualquer sinal de vida de alguém que ninguém diz. Aqui estou eu e minhas incertezas no dia de hoje. Do dedo do pé ao fio do cabelo sinto saudade. O coração apertado e a leve brisa que bate nas plantas da minha varanda me lembram de cada etapa passada da minha vida. As flores do prédio da frente mudam de cor com muita facilidade e elas são mais bonitas. Elas tem cor - de - saudade. Limpando a ponta da caneta na lágrima triste, ouço a música no som. Quem disse que primeiro de Abril é uma mentira? Piada! Só não acabem com o meu dois de Abril, porque a saudade já bateu na porta e falou que hoje ela vai se alastrar. Mas o que é que tem? Já tem alguns dias que ela nao bati mesmo. Faz parte do meu show, meu amor. Acho que devo recuar, ir com calma. Mas também acho que devo avançar, ir embora sem olhar para trás. Tenho que fazer uma coisas por aqui ainda, tenho que me libertar de algumas outras. Tenho andando sozinha a algúm tempo, agora vou continuar a minha estrada assim, sem tirar nem pôr nada. Quero estar arrumando minhas malas daqui a algúm tempo e procurando o que é meu, lá fora. Hoje pareci que as palavras estão escrevendo frases por mim. Hoje o dia está igual aos sábados de 2009. E eu sempre revivendo aquele ano estúpido e fantástico. Respeitei as minhas mais sensatas emoções com você, deixei que cada palavra fosse dita e agora troco de personagens muito fácil, preciso viver! Preciso disso para poder respirar sem nó na garganta. Afinal toda sexta - feira vai ser diferente, terei um gosto diferente e o cheiro que não maios esquecia, vou esquecer. Sabe aquele choro preso e nao muito infeliz? Pois é, tô aguando, junto com Cazuza, o bom do amor. Não adianta fingir que as coisas voltaram ao normal e deixar que seus olhos me enganem de novo. Seu sorriso é único e eu me apaixonei por ele. Essa sua amizade salgada e doce me deixou aqui pensando.. Será que nada do que vivemos juntas te valeu de nada? Ahh, se eu não tivesse protegido teu nome por amor, seria tudo diferente, não é? E cadê esse passado que nunca me esquece? Cadê a Lua que vai voltar quando aos meus 37 anos eu olhar para minhas mãos aliançadas, meu braços sem alguns abraços teus, olhar para o lado e ver a foto do que o meu presente têm a me oferecer e quando eu derramar minha lágrima de lembrança, um sorriso vir me surpreender ao ver um filho meu aparecer no meu quarto, pedindo atenção, a minha atenção. Aí eu vou sorrir, enxugar as lágrimas, olhar para o meu futuro e mais uma vez guardar no meu quarda - roupa minhas lembranças felizes e tristes. Agora sim, as rosas estão sendo bem cuidadas, a atenção é dupla e a criança chora como por sua vez pedindo atenção e a varanda fica vazia, e ao mesmo tempo cheia de boas intenções junto com o replay musical que não pára nunca.

sábado, 26 de março de 2011

“Dizem que a gente tem o que precisa, não o que a gente quer. Tudo bem, eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais... Mais paz, mais saúde, mais dinheiro, mais poesia, mais carinho, mais verdade, mais harmonia, mais noites bem dormidas, mais eu, mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós... Mais nós grudados, enrolados, amarrados, jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você, quero eu, quero domingos de manhã, quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo, quero seu cheiro, quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais!“

(Caio F Abreu)

Mulheres gostam disso também meninas?

sexta-feira, 25 de março de 2011



Do que as mulheres gostam?

Sabe de uma coisa, se eu fosse homem eu pararia tanto de me preocupar com o que as mulheres gostam e começaria a pensar no que elas não gostam. É simples de entender que todas as mulheres por mais diversas que elas sejam, todas gostam de um denominador comum. É importante lembrar aqui que eu como mulher que sou não posso revelar assim de cara nossos desejos e segredos. Homens acordem! Mulheres não querem nada estável até que elas se apaixonem. Mulheres são canções em rascunho e que pouca gente tem coragem de passar a limpo. Mulheres reviram a cabeça e ai do homem que não entenda que elas preferem ser lindas a gostosas. A mulher pensa com o coração e age com a razão. A mulher consegue beijar antes de tocar, sentir antes de ver e acreditar quando todos não imaginam possibilidade de acerto. . É aquela mulher que leva a bebida na sala aos domingos, que deita coberta e acorda nua na cama, que passa 25 horas do seu dia no escritório, a que se divide em cinco para poder estar com os seus 7 filhos. A mulher mulata, negra linda, branca e parda. É a mulher indígena que não cobre os seios, é a africana que dia de sexta só veste branco. É aquela que sempre passa no mercadinho depois do trabalho. É aquela que tem um chefe chato e arrogante. . É aquela que é traída e trai, é aquela que casa e não ama, é aquela que nem casa, mas ama. A de mil sentimentos e sentidos diferentes é a mulher do século 19 a 21. Flores e buquês, palavras e promessas, certezas e incertezas, saudades e reencontros. A mulher ama na distância, sente a ausência mas nem por isso esquece de amar. É ela que de tão maldosa sorri pra enganar, que engana pra matar, que beija para envenenar. É ela que de tão fria sabe magoar e de tão mulher atua na presente masculina substituindo-a. Pode fazer uma lista de homens que já teve entre os lábios, mas não se esquece do primeiro que a ensinou o movimento da cabeça quando as bocas se encontram. É ela que quase não sente, quase não fala, que quase desabrocha em lágrimas. Ela vive, revive e sente tudo novamente quando o carro dele passa na porta da sua casa, quando antes de acordar ela estende seu braço fino pela sua cama e não sente outro corpo a não ser o monte de travesseiro que ela botou noite passada para a cama não ficar nem fria nem larga demais para ela somente. É o coração na ponta da língua. Mas não, mulher não é fraqueza. Sentir a ironia e o descaso vindo da mulher é tão cruel como ver um filhote de urso morrendo na solidão. É baixo demais e eu tenho pena de quem merecer esse sentimento que ela guarda lá no fundo de sua alma que de tão clara parece que se sujou de tinta cor preta. Mulheres são espinhos que entalam no seu pensamento até que ela consiga o que ela quer. Mulher quer muita coisa! Enfim... O que as mulheres querem? Elas querem ir de Norte a Sul, querem tudo e nada, querem olhares eternos e ternos. Elas querem chegadas e saídas e respostas sem compreensão. . Faça-se mulher meu rapaz, seja então mulher no dia-a-dia da cidade. Elas querem mensagens no final do dia e um ar de segurança no começo dele. Mulher, mulher, mulher, mulher, mulher! Encontro-te em outras vidas, mulher!

segunda-feira, 21 de março de 2011


Em breve, por elas ...
'Do que as Mulheres Gostam?!'
Aguardem e analisem! ;D

quarta-feira, 16 de março de 2011

"Hoje eu decidi fazer tudo outra vez...
Não foi porque me arrependi
Nem foi por te perder
Foi só pra crer
Foi só pra ver"

Scambo .

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A minha maior certeza foi encontrar no seu olhar a luz da estrada cinza. E cá pra nós, aquela estrada estava escura demais pra um dia de verão!