segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não gosto de falar de amor. Sempre pulo essa parte, essa estrada, essa curva ou declíneo que me leva até você. É um pouco apaixonada essa frase não é? Pois é, é justamente por isso que não gosto de falar de amor, porque sempre mostro um rosto que não é meu. Prefiro sentir, sabe como é? Aquela história de que os melhores beijos foram de uma pessoa só, é mentira. Apesar de querer sentir isso da boca de alguém um dia. Apesar de querer falar isso pra alguém um dia. Mas será que já não deveria ter falado? Enfim.. minhas palavras para definir amor, são muito breves... E vou falar aqui, pra nao precisar repetir tudo de novo.
Amar é ... Sentir sempre um gosto de desejo, é ter infinitas formas de se divertir, é ter olhos de menino, é sair sem regra, sem se importar com nada. Amar pra mim é ter liberdade, é me surpreender. É me divertir de várias formas...
Não. Isso realmente existe. É deitar e sorrir com os meus pensamentos mais intensos.. É guardar o sabor de uma pessoa por essa ser sincera e não ter dúvida de quem é ela. É por isso que eu prefiro sair de noite do que falar de amor. É por isso que eu gosto de desencontros, é por isso que não sei quando é um jogo intenso. E é por isso que odeio, odeio falar de amor. Já amar...
beijei seu rosto e você some. desde aquela manhã, me senti jogada fora, me senti esquecida. Você não me dá um sentimento e ri sozinho disso. Então tá, aceito. Eu não tenho a eternidade, nem você. E agora? Agora sao só palavras, como sempre.

Um comentário:

Jeferson Cardoso disse...

Amanda, eu concordo com você. Penso que amor é abstração, uma abstração da alma. Algo que só acontece quando nos permitimos. Amor é atitude, a atitude de amar, eu acho [sorrio]. Abraço!

Convido para que leia e comente algo no http://jefhcardoso.blogspot.com/ Espero que curta. Valeu!

“Que a escrita me sirva como arma contra o silêncio em vida, pois terei a morte inteira para silenciar um dia” (Jefhcardoso)