domingo, 25 de julho de 2010

Nas várias formas de dizer que amo você, me encontro na mais exagerada. Jogando as cartas na mesa e pensando no mar de soluções que posso te dar. Explicando e desenhando o trajeto de suas mãos ao redor da minha e no terno olhar clínico que ousamos nos fazer. Eu tenho ouvido constantimente a sua voz tão longe. Eu tenho visto constantimente a animação do seu sorriso se propagando no espelho. E há quem diga que estou ficando louca, mas nunca estive mais certa do que agora! E há quem ache que não amo mais ninguém, mas é justamente agora que eu encontrei o amor ... em mim! Esse tal de amor próprio me faz levantar todo dia e ver no espelho o meu reflexo. Esse tal de amor próprio me ajuda a pensar no futuro tão próximo que me aguarda. Esse tal de amor próprio me ajuda a reparar as dores e os medos que tinha de você. Pois é meu amigo, esse tal de amor que tinha esquecido me fez lembrar você. E desses seus amores platonicos e mais que tônicos eu não quero saber. Mas ouça os meus e minhas mentirar vão saindo da minha boca com uma expressão de desculpa, mas sem mágoas por enganar a quem só mente para os meus sentimentos. Estou falando de você, agora !

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