Começa.
Começou. Sorrisos e olhares. Coisas que você e eu nunca sentimos antes.
Lugares. Andares que nunca são os mesmos, nunca acabam.
Intensos. Intensidades que assim como uma música na sua noite, não descreveria o que eu queria ver, sentir, ouvir, pegar, provar, tocar.
Mais que a noite, eu realmente não queria que a manhã acontecesse. Assim como se o sol não devesse mais raiar, a noite, a roupa, a risada e tudo o mais, deveria ser eterno.
Lembre-se, eu não tomo café de manhã. Cale-se, não gosto de silêncio na cama.
Ouse. Ouse não querer, ouse suportar a lembrança de apenas sentir vontade e nada mais.
Julgue. Mas julgue sem pensar, fale sem nada perder. Sinta como se não sentisse mais a pele.
Americanos são sempre os mesmos, mas não sou eu quem serei a mesma sempre.
Coisas simples agora não podem ser ditas. "Xi", calem-se as bocas, prendam as línguas, aumentem as respirações. Respirem agora não profundamente.
Termina.
Terminou agora. Assim como começou.
Mas então, o que será que aconteceu?
Tudo isso dura exatamente apenas um momento. Aquele em que atrevessamos a rua, nossos olhos olham só para aquilo que podemos ver. E então encontramos o que sempre queríamos e como em um momento único isso se perde no clarão, na imensidão.
É a primeira vez que apagou o que escrevo. Pensamentos são assim.
Fim.
Um comentário:
Será que esse coração está apaixonado ? Quem o robou ? Eis a questão =x
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